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Prefeito de Pontes e Lacerda tem bens bloqueados por suposto envolvimento em aluguel de mandato


Por TV Centro Oeste

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O Ministério Público propôs à Justiça uma Ação Civil Pública por atos de Improbidade Administrativa contra o Prefeito Donizete Barbosa e o ex- vereador Wyldo Pereira do Nascimento.

O juiz concedeu liminar e mandou bloquear cem mil reais dos bens de Donizete Barbosa e do ex-vereador Guelo. No pedido do Promotor de Justiça, ele cita que os atos de improbidade dos envolvidos começa em setembro de 2013, quando Guelo pediu afastamento da Câmara para não cumprir punição de trinta dias por ter agredido verbalmente o Presidente da Câmara de Vereadores.

Como amigo pessoal de Guelo, o prefeito Donizete arrumou uma maneira de contornar a punição e promoveu o companheiro a secretário de esportes. A partir daí, segundo o Ministério Público, começaram as  extorsões e exigências ilícitas por parte de Wyldo Pereira, chamadas pelo Jornal Centro Oeste e citadas pelo Promotor como “aluguel de mandato”.

Guelo começou a exigir do seu suplente, Alex Rodrigues, pagamento mensal por volta de R$ 2.500,00, que era a diferença entre a remuneração de secretário e de vereador, como barganha para não reassumir a cadeira de parlamentar e, por consequencia, destituisse Alex Rodrigues do cargo.

As provas, segundo o Ministério Público, não deixam dúvidas sobre as extorsões e exigências políticas perpetradas por Wyldo, inclusive permeadas por ameaças de morte. Já que a delação foi acompanhada de imagens e sons de conversas gravadas entre Alex Rodrigues e Guelo.

Ainda segundo a Promotoria,  tudo era de conhecimento do prefeito Donizete, como também foram por ele fomentadas.

Ainda mais, foi sugerido ao Vereador Alex Rodrigues que cumprisse o que estava sendo exigido, porque conhecia a personalidade de Guelo e que este realmente iria cumprir as ameaças feitas.

Dessa maneira, segundo o Ministério Público, Donizete incorreu em atos de improbidade administrativa, tanto por omissão como por comissão pois, nas condições de chefe do executivo, não apenas deixou de tomar as providências tendentes a apurar e punir a conduta ilegal de seu secretário como acabou aderindo subjetivamente.

O Prefeito Donizete, apos ser notificado, terá prazo de quinze dias para manifestação. A partir daí, a Justiça decidirá se acolhe o pedido do Ministério Público. O bloqueio de bens é uma medida preventiva para resguardar o poder público de eventuais prejuízos, caso fique configurada na ação.

Se a Justiça entender que não há elementos que justifiquem a abertura  de processo judicial, o pedido do Ministério Público será arquivado e os bens, por consequência, desbloquados.

A Assessoria Jurídica da Prefeitura informou que ainda não foi notificada do Pedido do Ministério Público e nem da decisão judicial. Dessa maneira não pode falar sobre o assunto.

Por TV Centro Oeste


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